Pentecoste: Vereador Gardel Paiva esclarece que não participou de reunião sobre proibição de estudos bíblicos na escola de Serrota « ADRIANO FURTADO

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Pentecoste: Vereador Gardel Paiva esclarece que não participou de reunião sobre proibição de estudos bíblicos na escola de Serrota

Postado Por: ADRIANO FURTADO  |  Em:




O vereador Gardel Paiva representante do distrito de Serrota, município de Pentecoste, procurou nossa reportagem já na manhã desta quinta-feira, 28 de abril, para esclarecer uma postagem feita pelo ativista digital Marquinhos Oliveira, que usou uma foto contendo sua imagem para publicar uma matéria a respeito de uma reunião ocorrida na Escola João Gomes da Silva, onde ficou definida a proibição de formação de grupos para estudos bíblicos no intervalo das aulas.  
Gardel esclarece que não participou da reunião e portando não teria motivo para uma foto sua aparecer numa postagem, sendo que sequer foi informado do teor da reunião e muito menos o porquê de se ter gerado tamanha polêmica no distrito.
O parlamentar acredita que o objetivo da postagem contendo sua imagem era apenas de lhe envolver na questão e colocá-lo em conflito com a população, pois poucas horas depois a publicação foi tirada do ar.   
Gardel enaltece que nada tem a ver com a decisão tomada pela secretaria de educação, e disse respeitar e apoiar todas as religiões. O vereador lamentou a postagem maldosa e salientou que por se tratar de um ano eleitoral, o fato pode também ser perseguição política.



DE ADRIANO FURTADO: 
O vereador Gardel Paiva tem toda razão de ficar indignado com a postagem do ativista digital Marquinhos Oliveira Mouse, que usou uma foto onde o parlamentar aparece ao lado de pessoas da gestão municipal, que como ele não participaram da referida reunião, como é o caso da prefeita Ivoneide Moura e do ex-secretário de finanças Paulo Sergio. Mesmo sem ter sido citado na matéria, uma imagem às vezes vale mais que mil palavras, e pode com toda certeza envolver o nobre edil pentecostense sem que o mesmo tenha participado da reunião e tão pouco influenciado na decisão. Se for perseguição política ou não, pouco me interessa, agora o que lamento mesmo, foi a postura do ativista que retirou a matéria do ar poucas horas depois, não sei por qual motivo, numa atitude não aconselhável para quem trabalha com responsabilidade. Mas como devo me resguardar, tive o devido cuidado de Printar a postagem. Se o objetivo era de atingir o vereador, acho que tiro saiu pela culatra.   

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