OPINIÃO DO RADIALISTA E ADVOGADO DR. SEBASTIÃO NETO SOBRE SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO DE ITAPAJÉ « ADRIANO FURTADO

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

OPINIÃO DO RADIALISTA E ADVOGADO DR. SEBASTIÃO NETO SOBRE SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO DE ITAPAJÉ

Postado Por: ADRIANO FURTADO  |  Em:



O Dr. Sebastião Neto publicou em sua Página no Facebook, a sua opinião a respeito da postura da Secretária de Educação do município de Itapajé, Célia Bernardo, quando usando de autoritarismo tentou intervir na diretoria do Sindicato dos Servidores Municipais (SISPUMI) e a respeito de uma carta publicada onde a secretária chama os professores de "Mercenários da Educação". 

CONFIRA:
É um inconcebível absurdo o que estamos presenciando na área da educação, em Itapajé, aliás, um fato nunca vista na história do Município, protagonizado por uma pessoa distante da nossa realidade e convivência, no caso essa Sra. Secretaria de Educação, cujo espírito é desagregador, autoritário e prepotente. A agressão dessa senhora aos educadores e à classe magisterial é algo estarrecedor pela falta de ética e afronta à dignidade do servidor, sob o beneplácito do Prefeito que não breca as suas desastrosas estocadas em termos de ações e declarações quando se refere aos professores e afins quando estes reclamam os seus direitos. Para essa senhora, reclamar interesses e direitos afetos à classe é delito hediondo. Para essa autoritária figura, o professor, o servidor da educação é "MERCENÁRIO" porque se INSURGE CONTRA SITUAÇÕES INJUSTAMENTE ADVERSAS. Olha, com certeza, está difícil uma solução conciliatória, se prevalecer, como ocorre, o rancor, o orgulho, a rusga dominantes nas discussões, notadamente, porque a toda poderosa secretária não ouve sequer os seus conformados "chefes", da qual é uma fiel escudeira, enquanto estes permanecem, injustificavelmente, à margem dos eventos como se não fossem partes vivas e atuantes no processo, parecendo ser tudo orquestrado. A Secretária, ainda é do milenar tempo quando se dizia: "a palavra final é a minha", "Eu que decido", "é assim ou deixar de ser" e "quem manda sou Eu", dentre outras falácias do gênero. Vive um outra era, esquecendo que os tempos mudaram. "Todos são iguais perante a Lei", princípio constitucional que, a rigor, desconhece, ou insiste em o esquecer. O pleito dos mestres é absolutamente justo, cuja discussão é somente se saber como se desenvolverá solução. Este Velhinho está do lado da classe do magisterio por ser legítima e justa a sua reivindicação. Por fim, repelidas as insinuações maldosas. Tenho dito.

Dr. Sebastião Neto

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